O que se come no novo restaurante do Ferroviário

O terraço de Santa Apolónia volta a reinventar-se e junta uma zona de restaurante (aberto ao jantar) ao seu espaço multi-funções, assente em pratos criativos, refrescantes e pensados para o verão.

Com a chegada de mais um verão, o Ferroviário volta a reinventar-se e abre agora uma zona de restaurante, situado neste que é um dos terraços mais procurados de Lisboa, desde que reabriu portas, há um ano, na mesma morada de Santa Apolónia, onde ganhou nome durante vários anos.

A versatilidade continua a ser um dos traços mais vincados da personalidade deste rooftop, que acolhe, frequentemente, concertos ao vivo, espetáculos de stand up, workshops de dança e festas temáticas. Agora, a zona de restaurante com esplanada – de cerca de 40 lugares – vem reforçar o horário de jantares, podendo ser a consequência de uma tarde onde se bebe um copo, ou o início de uma noite que depois se prolonga neste espaço.

À mesa, escolhem-se propostas pensadas pelo chef Victor Hugo para os meses quentes, com uma carta que é relativamente curta e diversa. O gaspacho de morango com uva preta, a salada de brie panado com vinagrete de sésamo e o queijo de cabra corado com espuma de melão são algumas das respostas refrescantes no campo das entradas. Nos pratos de carne, destaca-se o bao de porco com kimchi, spring onion e uma salada asiática, enquanto que no peixe vale a pena provar o salmão corado com couscous de legumes com especiarias, legumes grelhados e molho e estragão.

O salmão corado com couscous de legumes e especiarias, legume grelhado e molho de estragão. (Fotografias: DR)

O bao de porco é outra das propostas do restaurante.

Um risoto e uma salada são as duas opções vegetarianas. Para a despedida, o petit gateaux de caramelo com gelado de frutos vermelhos, a única proposta que Victor Hugo replica de outro restaurante sob a sua liderança – o Peixola – é razão suficiente para uma ida a Santa Apolónia. O perímetro de palmeiras em redor da zona de restaurante não isola totalmente este espaço do restante terraço, mas torna-o um pouco mais resguardado. Sempre em ambiente descontraído, aos pés do Tejo, como o Ferroviário já nos habituou.

Nuno Correia Pereira, um dos donos do espaço, e o chef Victor Hugo

 

Fonte: Evasões

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