15 fantásticos locais para visitar perto de Viseu

Rodeada por aldeias tradicionais, praias fluviais e muitos outros segredos. Estes são os melhores locais para visitar nos arredores de Viseu.

A belíssima cidade de Viseu possui uma localização privilegiada, bem no centro de Portugal. A partir de Viseu, e a uma curta distância de automóvel, é possível visitar vários locais que mostram o quão variada é a paisagem portuguesa. Pode optar por sítios mais pequenos e visitar as pequenas aldeias de Arouca, por exemplo, ou as aldeias de montanha da Serra da Estrela. Mas também pode escolher o Douro e as suas paisagens repletas de vinhedos em socalcos. Ou pode dar um pulo até Aveiro e descobrir a sua Ria, os ovos moles e as casas típicas da Costa Nova. E depois… ainda existem pequenos locais, quase secretos, com algumas cascatas e praias fluviais onde pode dar um mergulho para se refrescar nos dias mais quentes. Estes são os melhores locais para visitar nos arredores de Viseu.

1. Lamego

Praticamente toda a gente em Portugal associa Lamego ao Santuário da Nossa Senhora dos Remédios. É a imagem de marca desta cidade, mas nem por isso é o único local digno de uma visita a Lamego. Situada a cerca de 12 km das margens do Douro, Lamego conheceu, no séc. XVIII, um tempo de grande prosperidade quando aqui se produzia um “vinho fino”, que esteve na origem do afamado vinho do Porto.

É difícil dissociar o Peso da Régua da região onde ela está inserida, o Douro Vinhateiro, e por isso mesmo, elaborar um roteiro para visitar a Régua terá obrigatoriamente que incluir muitos locais que, não pertencendo ao concelho, são famosos pontos de interesses ou atracções turísticas ligadas à produção do Vinho do Porto. Perto da Régua existem inúmeras aldeias vinhateiras dignas de visita, quintas produtoras de vinho do Porto e outros locais repletos de monumentos e história.

 

3. Trancoso

Com um passado a par da História de Portugal, Trancoso é uma vila protegida por muralhas onde se preserva o ambiente medieval nas ruas estreitas e nas casas de pedra. O planalto onde está situada, a 870 metros de altitude, deu-lhe a posição estratégica na defesa da fronteira com Espanha e transformou-a numa importante praça de armas durante a Idade Média. O labirinto de ruas de pedra conduz-nos ao centro da vila onde se encontra o Pelourinho, no cruzamento entre a Vila Velha e a Vila Nova.

Trancoso
Trancoso

Na parte mais antiga, encontramos o Castelo muito disputado entre mouros e cristãos e conquistado definitivamente pela força de D. Afonso Henriques em 1160, e a Igreja de São Pedro, onde descansa para a eternidade o misterioso Bandarra (1500-45), um sapateiro poeta que profetizou a perda da independência de Portugal em 1580 e a sua restauração em 1640.

 

4. Passadiços do Paiva

A sua viagem ao longo de oito quilómetros de natureza em estado puro, começa aqui. Uma viagem pela biologia, pela geologia, pela história da vida no planeta, escrita na paisagem. Ao nosso lado, o rio Paiva corre de forma quase musical, subindo o seu caudal em período de inverno, estendendo a adrenalina das suas águas bravas aos aventureiros do rafting e do kayak.

Pela margem, a viagem começa nas zonas balneares do Areinho e/ou de Espiunca, e a meio do percurso abre-se, diante de nós, o pequeno paraíso da zona de recreio e lazer do Vau. São os oito quilómetros de uma vida, acredite. Uma viagem pela biologia, geologia e arqueologia que ficará, com certeza, no coração, na alma e na mente de qualquer apaixonado pela natureza.

 

5. Drave

A povoação da Drave situa-se no fundo de um elevado outeiro entre a confluência de três ribeiros, sendo estes, o rio de Palhais, que, correndo do norte, a banha do lado direito, – o Ribeirinho e o ribeiro da Bouça, que descem do lado esquerdo e se juntam todos os três no fundo da povoação.

locais para visitar na Serra da Freita
Drave (Rui Videira)

Daqui toma o nome de rio da Drave até desaguar no Paivó, à distância de 5 quilómetros; este rio depois, passando em Covelo, vai muito longe desaguar e morrer no rio Paiva. Está portanto a Drave colocada numa cova, cercada de enormes e altas montanhas, que, no coração do Inverno, lhe vedam o sol a maior parte do dia, tendo apenas uma garganta ou cortadura da parte do poente; e ainda assim obstruída pelas linguetas das serras, que se entrelaçam.

6. Linhares da Beira

Linhares da Beira orgulha-se do seu imponente e poderoso castelo de arquitectura essencialmente militar, mas também românico e gótico. O castelo ocupa um cabeço rodeado por penedos graníticos escarpados, com excepção da encosta onde se situa a povoação.

Linhares da Beira
Linhares da Beira

No seu passeio pela aldeia vai descobrir gravadas nas armas da povoação um crescente e cinco estrelas, a lembrar essa longínqua noite de lua nova. Encontram-se numa pequena tribuna de pedra, exemplar único de fórum medieval donde se anunciavam à população as decisões comunitárias. Não deixe de entrar na igreja matriz, de raiz românica. Lá dentro estão três valiosas tábuas atribuídas ao grande Mestre português Vasco Fernandes (Grão Vasco).

7. Meitriz

Entre as serras de Montemuro e de Arada, abraçada pelo rio Paiva, Meitriz foi a primeira aldeia arouquense a ser considerada «Aldeia de Portugal». A cruzar a aldeia, surge, marcado, o percurso pedestre «Rota das Tormentas», mas em Meitriz não há tormentas, há calma, quietude, uma imensidão de verde e um correr cristalino de água, que reflecte o acastanhado e o acinzentado da ardósia e do xisto das casas.

Meitriz
Meitriz

Quando vista ao longe, a aldeia mostra ainda, com orgulho, os caminhos e os socalcos agrícolas, e a ponte, construída há não muito tempo, substitui os antigos barqueiros, que cruzavam as margens, levando pessoas e bens. Santa Bárbara, em maio, a Senhora de Fátima, em Agosto, Santo António e São Sebastião, em Novembro, são aqui festejados, como que agradecendo a Deus por esta pequena porção de paraíso.

 

8. Aldeia da Pena

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